Monday, August 13, 2012

Robô DJ usa Android para mudar sua experiência musical


Docking station robótica

 Robô DJ usa Android para mudar sua experiência musical
DJs de todo o mundo, preocupai-vos.
Entrou no circuito Shimi, um robô-DJ desenvolvido pelo Centro deTecnologia Musical, ligado à Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
O robô não apenas seleciona as músicas, como mantém o ritmo baseando-se no feedback dado pelo público.
E, claro, ele próprio dança acompanhando a batida.
"O Shimi foi projetado para mudar a maneira pela qual as pessoas curtem e pensam sobre sua música," disse Gil Weinberg, idealizador do robô-DJ, que estreia hoje durante a Conferência Google I/O, em São Francisco.
Uma "banda" de três robôs Shimi fará uma apresentação com músicas sintetizadas no laboratório, compostas mais acordo com os movimentos possíveis ao robô.
Robô com Android
O robô Shimi é essencialmente umadocking station, que tem como "cérebro" um telefone celular com sistema operacional Android.
O robô obtém a capacidade de ouvir e produzir música do aparelho que for conectado a ele.
Em outras palavras, se existir no smartphone uma app para qualquer coisa que explore suas capacidades, o Shimi está pronto para fazer o resto.
Por exemplo, usando a câmera do celular e um software de reconhecimento facial, o robô segue um ouvinte ao longo da sala, reposicionando o aparelho para otimizar a audição.


Atendendo a pedidos

Mais interessante ainda é a capacidade de reconhecimento de um ritmo: se o usuário bater palmas, ou fizer uma batucada no que quer que seja, o robô varre a biblioteca musical do telefone e toca a música que melhor combine com o ritmo sugerido.
Assim que a música começa a tocar, o robô dança seguindo o ritmo.
Segundo o pesquisador, o Shimi 2.0, que já está em fase de desenvolvimento, receberá apps que reconhecerão o balançar da cabeça ou das mãos do usuário, sinalizando para que o robô aumente ou diminua o volume, ou passe para a próxima música.

Robôs voadores



Avião com braços

 Robôs voadores terão mãos e braços robóticos

Um robô voador com braços?
É exatamente isto o que o Dr. Paul Oh e seus colegas da Universidade de Drexel, nos Estados Unidos, estão se propondo a construir.
Eles vão adicionar um conjunto de braços e mãos robóticos a um veículo aéreo não tripulado (VANT), permitindo que este sobrevoe uma área e desempenhe funções ao nível do solo.
Isto poderá incluir a deposição e recuperação de objetos, o salvamento de pessoas, manutenções em redes elétricas e até trabalhos na agricultura.
"Eles poderão ajudar no reparo de obras de infraestrutura. Em vez de içar um trabalhador sobre uma ponte ou uma torre, esses robôs poderão ser equipados para sobrevoar a obra e fazer tarefas como soldagem, por exemplo," diz o Dr. Oh.
"Esse tipo de aeronave vai colocar os robôs de serviço em um novo patamar, permitindo que eles façam coisas como busca e salvamento e atendimento em áreas de desastres," completa ele.


Problemas de estabilidade

Robôs voadores terão mãos e braços robóticos

O grande desafio do projeto, que está sendo financiado pela Fundação Nacional de Ciências (NSF) é garantir que o robô voador interaja com os objetos sem perder a estabilidade.
Para entender melhor as forças e os torques associados com o movimento dos braços robóticos em uma máquina voadora, os pesquisadores estão estudando a melhor forma de fixação dos braços em uma estrutura intermediária, e desta estrutura na aeronave.
Os testes estão sendo feitos inicialmente no laboratório, em uma plataforma móvel capaz de imitar os movimentos laterais e longitudinais do VANT.
Só depois de tudo bem simulado e avaliado é que os braços robóticos serão montados em um robô voador real.
"São questões de projeto extremamente desafiadoras, que ninguém abordou antes," diz o pesquisador.
A ideia é que os braços robóticos e sua armação de sustentação sejam testados em helicópteros, quadricópteros e balões dirigíveis.

Thursday, August 9, 2012

Atmobot - The Purify Air Robot














Wednesday, August 8, 2012

Robô que lava Cabelos - Panasonic


Robô que lava cabelos

A principal tecnologia do robô que lava cabelos é um sistema de mãos robóticas, nesta versão com 24 dedos no total, para simular melhor o movimento mais flexível das mãos humanas.
Pode parecer uma tarefa fácil fazer uma mão robótica lavar uma cabeça. Certamente não é tão difícil projetar um sistema para lavar uma bola, mas cabeças humanas têm formatos muito diferentes, e costumam se mover repentinamente.
Os engenheiros então melhoraram o escaneamento da cabeça, feito em tempo real, e incorporaram novas técnicas de esfregação e massagem, atendendo a sugestões dos profissionais que testaram o robô.
Assim como os ciclos de uma lavadora de roupas, o robô lavador de cabelos possui funções de lavação, massagem, aplicação de condicionador, enxague e secagem.
Ele tem ainda memória para guardar as preferências e o formato da cabeça dos usuários, para atender mais prontamente os clientes que retornarem.

Panasonic apresenta novas versões de robôs para hospitais

Robôs para Hospitais


Robôs para hospitais

A empresa japonesa Panasonic apresentou novas versões de seus robôs para hospitais e cuidados com a saúde, além de melhoramentos do seu robô lavador de cabelos.
Protótipos da cama robótica e do robô que lava cabelos haviam sido apresentados durante uma feira de reabilitação realizada em Tóquio no ano passado.
A empresa afirma ter recebido várias sugestões de melhoramentos, que resultaram nos equipamentos que estão sendo mostrados na feira deste ano.
Mas a empresa tem também novidades, como um robô de teleconferências projetado especificamente para hospitais.


Panasonic apresenta novas versões de robôs para hospitais

Robô de comunicação

Como seu nome indica bem, o Hospi foi desenvolvido visando a comunicação no interior de um hospital. A empresa o chama de "Mobilidade e Inteligência Remotas".
O robô é dotado de uma tecnologiade mobilidade autônoma e de um sistema de intercomunicação com vídeo de alta definição.
A mobilidade do robô é híbrida, podendo ser feita por controle remoto ou pela inteligência do robô. Mas, mesmo quando ele está sendo controlado remotamente, ele continua a coletar os dados do ambiente de forma a se localizar emnovas empreitadas futuras.
Sua função mais importante é a conversação entre pacientes, médicos e visitantes do hospital, tudo feito por vídeo de alta definição.



Panasonic apresenta novas versões de robôs para hospitais

Cama robótica

A RoboticBed® nasceu como uma cama elétrica, mas agora já incorpora funções avançadas para auxiliar uma pessoa a passar da cama para uma cadeira de rodas, e dela de volta para a cama, sem auxílio.
Todo o sistema foi padronizado, e agora o que há é uma transformação de uma cama em uma cadeira de rodas e vice-versa, criando um robô verdadeiro, capaz de movimentar o paciente com mais suavidade.
No modo cadeira de rodas, os mesmos mecanismos de ajuste de uma cama de hospital são aplicados para distribuir adequadamente o peso do corpo e evitar dores por uma posição constante por muito tempo.
A cadeira também agora pode se transformar em uma cama, um pouco mais estreita, em qualquer local onde ela estiver.
O sistema de controle também foi simplificado e colocado no braço da cadeira.